terça-feira, 11 de junho de 2013

Por que parar de usar o estabilizador?

Boa noite galera!!!
Apos um tempo sem postar, resolvi voltar com chave de ouro para abrir as postagens e então achei um assunto polemico e muito falado nos papos "nerd".
Não foi fácil. Apos uma audaciosa pesquisa na net, realizei testes práticos em bancada, surrupiei informações de vários blogs e então eis que meu trabalho ficou pronto, mas não sem dar créditos a amigos de trabalho e pesquisa,  e a blogueiros de varias paginas interessantes (gente que merece nossos aplausos, pois postam muita coisa legal).


Por que parar de usar o estabilizador?

Durante muito tempo, possuir um estabilizador era sinônimo de proteção para os componentes que nele estavam ligados, mas hoje esse conceito é considerado falso, e para provar isto, foram necessários apenas alguns testes e condições específicas, além unir um pouco de conhecimento sobre elétrica e um bocado de curiosidade.
A tensão disponível nas tomadas de sua casa é de 220 Volts ou 115 Volts dependendo de onde você mora, e é do tipo alternada com frequência de 60 Hz, ou seja, varia de 220V ou 115V a -220V ou -115V cerca de 60 vezes por segundo. Por ser alternada, a onda da rede elétrica é do tipo Senoidal e em quase 100% do tempo, apresenta diversos tipos de interferências. Veja algumas delas:
Todos nós sabemos da péssima qualidade da energia distribuída no Brasil, cheia de “poluentes” e instabilidades. O estabilizador tem a missão impossível de anular essa parte ruim da rede elétrica e fornecer uma tensão constante em sua saída para o computador, por exemplo.
Funcionamento do Estabilizador
Para entender como um estabilizador pode ser prejudicial, é necessário primeiro saber como ele funciona e a forma com que ele tenta proteger os equipamentos nele ligados.
Um estabilizador consiste basicamente de um transformador com diversas saídas que fornecem diferentes níveis de tensão, além de uma chave seletora chamada relé, responsável por escolher qual saída do transformador se aproxima mais da tensão nominal de funcionamento dos equipamentos, como 115 Volts AC por exemplo.
Para fazer a seleção da melhor saída do transformador, a chave sai da posição 1 e, após um curto intervalo de tempo faz o contato com a posição 2. Isso ocorre porque caso haja uma troca imediata de posição, um curto circuito se formará na saída do transformador, devido à sobreposição de tensão. É esta troca de posição do relé que gera o famoso ruído sonoro “Tlec” do estabilizador. Você também pode perceber que "estabilizador" é uma nominação errada da função que o equipamento realmente desempenha, quando na verdade deveria se chamar "seletor de tensão".
Agora que já conhecemos o princípio de funcionamento do estabilizador, vamos ver seus efeitos sobre o computador.
Alta corrente para a fonte no momento da seleção de tensão
O relé ao fazer a alteração da posição para ajustar a tensão de saída, leva um curto, porém existente, intervalo de tempo para completar a mudança. Ocorre que a fonte do computador é desalimentada durante esse intervalo de tempo, e é ai que encontramos o primeiro problema.

Por menor que seja esse intervalo, os capacitores da fonte, que são pequenos componentes eletrônicos capazes de armazenar energia em forma de campo elétrico, começam a descarregar essa energia acumulada para manter o computador alimentado, e caso o intervalo seja muito longo, o computador poderá desligar-se por falta de energia. Entretanto o tempo de comutação do relé não é suficientemente longo para que o nível de tensão dos capacitores chegue a valores tão baixos e desativem seu computador.
Veja o que ocorre com a tensão durante uma seleção típica do estabilizador:
Como dito anteriormente, a rede elétrica no Brasil possui frequência de 60 Hz, ou seja, ela alterna de 220V a -220V (tensão eficaz) sessenta vezes por segundo, por exemplo. Como é possível ver na imagem, há uma ausência de tensão em aproximadamente meio ciclo da senóide da rede elétrica, o que equivale a algo em torno de 8,3 ms (milissegundos, o mesmo que 0,0083 segundos).
Se procurar pelas especificações de uma fonte de computador você verá que ela é designada para suportar algo em torno de 17 ms segurando seu computador. Ou seja, durante a seleção de tensão do estabilizador os capacitores serão descarregados por 8,3 milissegundos aproximadamente, e ficarão quase ao ponto de desarmar seu computador.
Por enquanto tudo ocorre dentro do normal, o estabilizador escolhe a melhor tensão e os capacitores mantém a alimentação durante esse tempo. Mas é ai que encontramos o problema.
Quando você liga o computador, a fonte tem um início muito estressante, pois seus capacitores estão completamente descarregados. A corrente de carga dos capacitores eletrolíticos é chamada de “Inrush Current”, ou corrente de partida. As fontes possuem obrigatoriamente um componente chamado termístor, responsável por limitar essa corrente de carga dos capacitores.
Um termístor é basicamente um componente resistivo que possui sua resistência variável de acordo com sua temperatura. O utilizado em fontes é do tipo NTC (coeficiente de temperatura negativa), quanto maior a temperatura, menor sua resistência. Os termístores das fontes possuem uma resistência de 10 a 20 ohms em temperatura ambiente, diminuindo para 1 ohm quando aquecido.
Ao ligar o computador, o termístor está em temperatura ambiente e dessa forma, funciona como um resistor comum de 10 ou 20 ohms limitando a corrente de carga dos capacitores. Quando a corrente passa pelo termístor ele se aquece e começa a diminuir sua resistência até o mínimo possível, e durante o funcionamento normal da fonte ele não passa de um resistor de 1 ohm que nada atrapalha a fonte.
Ocorre que o termístor leva algo em torno de 1 minuto para se resfriar e voltar a ter sua resistência de origem. Você já deve ter ouvido que ao desligar um aparelho eletroeletrônico deve-se esperar um tempo para novamente ligá-lo. Esse tempo se deve justamente ao resfriamento do termístor, para que ele possa novamente cumprir sua função no religamento do equipamento.
Uma fonte possui um “Inrush Current” típico em torno de 80 ampéres, conforme especificação encontrada na própria fonte ou no site do fabricante:
A fonte consultada possui um Inrush Current de 80 A no máximo, isso significa que os capacitores podem aguentar no máximo a essa corrente.
Como o termístor ainda está quente, sua resistência será baixa e ele não conseguirá limitar essa corrente para os capacitores, ou seja, temos uma grande quantidade de energia indo diretamente para os componentes.

A fonte consultada possui um Inrush Current de 80 A no máximo, isso significa que os capacitores podem aguentar no máximo a essa corrente.
Como o termístor ainda está quente, sua resistência será baixa e ele não conseguirá limitar essa corrente para os capacitores, ou seja, temos uma grande quantidade de energia indo diretamente para os componentes.
Voltando ao estabilizador, quando ele faz a seleção da tensão, os capacitores começam o processo de descarga, mas não completamente, o que é bom. Mas há outro ponto, o termístor que leva 1 minuto para se resfriar terá somente 8 milissegundos para isso, o que não adiantará nada e sua resistência ainda será quase nula. Resultado: a alta corrente na entrada diretamente para os componentes da fonte assim que o seletor chegar na posição 2.
Você pode perceber que as fontes em equipamentos como TVs, videogames, rádios, não queimam tão facilmente, e por acaso elas usam estabilizadores?
Esse é o primeiro dano: a cada seleção de tensão feita pelo estabilizador, alta corrente entra direto nos componentes da fonte.
Surtos de tensão gerados pelo estabilizador
Como visto anteriormente, a cada “tlec” do estabilizador os capacitores da fonte começam um processo de descarga e então recebem carga novamente com uma corrente muito alta, porque a tensão deles já está baixa e o termístor que tem a função de limitar essa grande quantidade inicial de corrente ainda está quente e consequentemente sua resistência será baixa para limitar esta ação.
Para entender o próximo problema, é necessário resgatar um pouco do conhecimento adquirido no ensino médio, mais especificamente em Física, em um item chamado FCEM, ou Força Contra Eletromotriz.
Como o próprio nome sugere, Força Contra Eletromotriz é basicamente uma energia induzida que se opõe ao sentido da corrente aplicada por um gerador (uma pilha, por exemplo). Quando aplicado uma corrente sobre uma bobina, como um indutor ou um motor, um campo magnético é gerado, e esse campo magnético gera na mesma bobina uma corrente induzida de polaridade inversa.
Vamos à parte importante. Segundo a lei de Lenz, uma corrente é gerada oposta à fonte quando a corrente aplicada pelo gerador sobre o indutor é cortada e o campo magnético se desfaz, e segundo a lei de Faraday, quando o campo magnético “some” rapidamente, são gerados surtos altíssimos de tensão no sentido inverso.
Para ter uma ideia, a faísca gerada na ponta da vela de um automóvel é resultado da abertura do indutor (bobina), o que faz com que a corrente seja cortada e então, surtos de tensão de ordem de 15 a 30 MIL Volts são gerados, a partir dos 12 Volts da bateria do automóvel.
Ou seja, para gerar surtos de tensão basta possuir corrente, um indutor e a abertura do circuito.
E então voltamos para o estabilizador com as seguintes questões:
Um indutor é uma bobina de fio enrolada, assim como o transformador do estabilizador?
Abertura do circuito não é a seleção da tensão feita pela chave?
Pronto, tem-se um completo e funcional gerador de surtos chamado estabilizador.
Para se ter uma ideia do tamanho do surto gerado por um estabilizador, veja a imagem no osciloscópio abaixo:
Como é possível ver, após o surto, o valor de pico da tensão é um pouco mais baixo, pois o estabilizador tentou reduzir mais ou menos 6 Volts na saída. Referente ao surto, você pode perceber o pico sobreposto ao semiciclo negativo da rede elétrica, foi o surto gerado pelo estabilizador.
Se a rede elétrica for de 220V eficazes, temos (220 * Raiz de 2) = 311 V referente ao valor de pico da rede elétrica. Assim fica fácil ver o tamanho do surto gerado, chegando a quase 622 Volts, que é o valor de pico a pico da rede. Deste modo, se somarmos o surto de aproximadamente 622 Volts com os 311 Volts da rede elétrica, temos uma tensão total que daria perto dos 1000 Volts, e tudo isso indo direto para sua fonte do computador segurar, se nem sequer um fusível na frente.
Esse é o segundo dano causado pelo estabilizador: surtos de tensão gerados pelo estabilizador na hora da seleção da melhor tensão, tudo isso indo direto para seu computador.
Trabalho em dobro
Sabe-se que o tempo necessário para que um estabilizador tentar corrigir a instabilidade da tensão fica em torno de 30 a 50 milissegundos. Confira a especificação de um estabilizador comum:
Como é possível ver na imagem acima, o tempo de resposta para correção é menor que 6 semiciclos da rede elétrica. Como já foi explicada anteriormente, a rede elétrica no Brasil possui frequência de 60 ciclos por segundo. 1 ciclo leva algo em torno de 0,01666 segundos, 6 semiciclos é o mesmo que 3 ciclos e tem um tempo total de aproximadamente 0,05 segundos (50 milissegundos).
Ou seja, 50 milissegundos é tempo máximo que o estabilizador leva para detectar a alteração (ou instabilidade) na entrada e corrigir a tensão.
Uma fonte de computador é capaz de trabalhar a uma frequência de 50 KHz, ou seja, um ciclo da fonte dura somente 0,00002 segundos, ou 20 microssegundos. Uma fonte consegue ser tão mais rápida porque ao invés de relés que realizam a seleção da tensão através de um movimento mecânico, elas possuem um componente eletrônico chamado transistor, que não possue movimento mecânico, funcionando como uma chave que libera ou não a passagem de corrente. Isso significa que sua fonte, seja genérica ou top de linha, será capaz de fazer a correção da tensão em apenas 20 microssegundos.
Quando uma instabilidade na rede elétrica ocorrer, a fonte corrigirá em apenas 20 microssegundos, e somente após outros 2500 tempos iguais a estes 20 microssegundos, chegando a 50 milissegundos, o estabilizador tentará ajustar a tensão, colocando mais 6 ou menos 6 volts na saída.
Depois de o estabilizador ajustar estes 6 volts extras, a fonte que já havia feito uma correção, detecta a nova variação da tensão causada pelo estabilizador e em outros 20 microssegundos reajusta a tensão novamente e tudo volta a funcionar normalmente.
Se a fonte estivesse trabalhando sozinha, significa que teria somente de ajustar a tensão uma única vez, porém com o estabilizador ela terá de trabalhar em dobro.
E esse é o terceiro dano: o dobro de trabalho da fonte em seu computador, sem necessidade.
Limite de energia e aquecimento
Este talvez seja o maior e prejudicial problema do uso do estabilizador.
A grande maioria dos estabilizadores vendidos por ai são de 300 VA, que é a capacidade máxima de energia que ele poderá entregar para um computador, por exemplo. Um computador comum com uma fonte de baixa eficiência energética provavelmente consumirá algo em torno de 200 a 250 Watts de potência, isso sem falar em computadores com maior desempenho que consomem 500 Watts ou até mais. Esse computador sozinho já atingirá, e até mesmo passará, do limite dos 300 VA.
O consumidor em geral, utiliza o estabilizador para tudo em se tratando de informática: monitor, impressora, caixinhas de som e outras coisas, chegando a consumir mais que 600 VA.
No pior dos casos, com todo esse consumo extra, o estabilizador começará a esquentar muito, e não será difícil, muito menos uma surpresa, ele pegar fogo, podendo causar um incêndio em tudo que está próximo.
Porém o que acontece na grande maioria das vezes é que o estabilizador simplesmente não entregará energia suficiente para alimentar o computador, por isso quando você estiver utilizando o computador e ele travar ou até mesmo reiniciar, o culpado pode ser o estabilizador.
É você quem decide!
Poderíamos colocar aqui inúmeros outros problemas causados pelo uso do estabilizador, mas estes quatro apresentados já são suficientes para perceber o motivo pelo qual nem mesmo as fabricantes de computadores e equipamentos eletroeletrônicos recomendam o uso do estabilizador.
Esperamos que tenham ficado claro os motivos pelos quais não é recomendado o uso de um estabilizador, principalmente ao abordar pontos técnicos do funcionamento dos sistemas, deixando de lado o senso comum dos famosos “técnicos” em informática.
Eu particularmente nunca utilizei um estabilizador e até hoje nunca tive problemas com fontes defeituosas, mesmo com as genéricas de 20 reais vendidas nas lojas de informática, mas a decisão de usar ou não o estabilizador é sua, e caso não concordar com os aspectos abordados neste artigo, você é livre para fazer o que desejar.
A dica é utilizar um bom filtro de linha, de preferência buscando marcas como Upsai, Clamper, APC. Cuidado com aquelas réguas de 20 reais, elas não passam de um multiplicador de saídas e nada tem a oferecer para a segurança do computador. A CLONE é uma alternativa barata e possui dois modelos com boa proteção e não são caros, o F8 PLUS 1087 e o F6 PLUS 1085.
Existem ainda opções como No-breaks e Protetores Eletrônicos para garantir a saúde do seu computador. Se for escolher um no-break, procure por modelos do tipo Online e que forneçam um tipo de onda senoidal de energia. Modelos Offline ou que forneçam um tipo de onda triangular ou quadrada são nocivos ao computador. Quanto ao protetor eletrônico, ele é uma evolução do estabilizador e é capaz de fornecer uma real e eficaz proteção para seu computador. Em ambos os caso dê preferência para marcas conceituadas e tenha certeza que ele fornecerá energia suficiente para alimentar com folga seu computador.


Lembre-se, como o uso do estabilizador não é restrito ao computador, caso você o tenha ligado a qualquer outro equipamento, o recomendado é removê-lo também, pois assim como o computador, demais equipamentos eletroeletrônicos também possuem uma fonte interna com o mesmo princípio de funcionamento da fonte do computador, e o estabilizador também pode danificá-lo.

Creditos:
Fonte: Oficina da Net

quinta-feira, 7 de março de 2013

Eletrificando

Caros amigos, resolvi postar algo que me incomoda a muito tempo, é logico que durante todo o meu caminho como técnico e eletricista encontrei as mais diversas situações, porem me alegra saber que em muitos casos consegui reverter s algumas destas situações de risco, em outros melhora-las, mas basicamente aprendi a evitar praticar qualquer instalação que ofereça risco a integridade física ou financeira das pessoas.
É fácil notar a praticidade de se trabalhar com eletricidade, junte quaisquer material condutor, ligue a carga e a fonte de energia e a magica sera feita. Mas o que diferencia um técnico ou eletricista dos demais seres normais é a capacidade de compreender o que ocorre nas mais inesperadas situações cotidianas assim sendo, analisar e calcular riscos, fazendo uma instalação segura e que não gere nenhum tipo de prejuízo ao cliente.







O mais interessante é perceber que o risco na maioria das vezes não é invisível  e é pratico por profissionais que as vezes ate entendem o que pode ocorrer.







A famosa frase: "O barato sai caro", indica a sabedoria popular, não é raro encontrar um dono de obra triste com um profissional por motivos óbvios, então o eletricista deve transmitir segurança e também pratica-la.





Na próxima postagem estarei apresentando uma regra simples, onde se respeita-la jamais iremos conseguir colocar fogo em uma instalação.

Ate mais.

Caster Luz.

quarta-feira, 6 de março de 2013


CADSIMU





Caros amigos, alunos e leitores sabemos a dificuldade que temos em testar certos componentes em nossas bancadas e pensando nisso venho trazer a vocês o link de um programa que testa no pc a montagem de ckts de comando eletrico, chamado de cad, ele vem ganhando espaço no mercado.
O cad que usaremos é conhecido como cadsimu, o programa é facil e simples de utilizar.
Tomem somente cuidado com as linhas de ligaçao, kkkkk. Abraço a todos.

                                               
                       
                                                              CADSIMU




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

EHP- Eletrohidropneumatica

FLUIDSIM

   Uma das disciplinas de grande importancia no curso tecnico de eletroeletrônica é a EHP(eletrohidropneumatica) e visa aprimorar e desenvolver a técnica de comandos elétricos integrados aos sistemas hidráulicos e pneumáticos; conhecer os diagramas para a montagem, a busca de defeitos; conhecer o princípio de funcionamento dos componentes, manutenção e informações de especificação de componentes que envolvem o sistema com acionamentos hidráulicos e pneumáticos
   Hoje em dia quando nos referimos a processos industriais autónomos logo pensamos em dispositivos que realizam as tarefas mais árduas, sobrando a nos muitas vezes apenas monitorar os movimentos através de sistemas de apoio. Estes dispositivos são chamados de atuadores e podem ser eletrícos, pneumáticos, hidráulicos e mecânicos, podendo ainda aparecer alguns dispositivos mistos, e para nos técnicos e mantenedores é importantíssimo conhecer cada um deles e saber aplica-los.
   Além do mais a estes atuadores são dedicados sensores, que demonstram a posição, força aplica, velocidade, temperatura e etc... conforme solicitado pelo processo. É muito difícil termos uma planta mental em pleno funcionamento em nossa cabeça, com cada detalhe, com vários objetivos, então alem do velho e bom papel agora temos softwares que nos auxiliam nesta tarefa, e aqui apresento um de extrema importância para o técnico ou estudante da área, é um simulador da FESTO (grande fabricante de dispositivos de eletríca, hidráulica e pneumática) que tem o nome de FESTO FLUIDSIM, é completo para todos os géneros aqui citados. Façam bom proveito:


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dicas de como economizar energia elétrica

    Se você é um profissional da área de instalações elétricas ou um aspirante a tal, já sofreu ou ira sofrer perguntas do tipo:
  • O que faço pra economizar energia?
  •  Qual é mais económico, 220V ou 127V?
  • Tem jeito de fazer gato? (essa aí é dificíl de encarar, mas pasmem, sempre perguntam).
Então vamos a algumas dicas importantes para você da área ou para leigos, lembrando sempre que a energia é um bem que devemos utilizar com consciência:

LÂMPADAS

• Na hora de comprar novas lâmpadas, dê preferência a lâmpadas fluorescentes compactas (económicas) ou circulares para qualquer local que fique com as luzes acesas por mais de quatro horas por dia.
• Uma lâmpada fluorescente convencional de 40 W ilumina mais que uma incandescente de 150 W, além de durar dez vezes mais.
• Pinte paredes e tetos com cores claras. Elas refletem melhor a luz, diminuindo a necessidade de iluminação artificial.
• Utilize somente lâmpadas de 127 ou 220 V, compatíveis com a tensão da rede da Cemig.
• Evite acender lâmpadas durante o dia e use mais iluminação natural.


Obs: Thomas Edison (um de meus ídolos) inventou a lâmpada elétrica em 1879, nos EUA e foi um estouro, sucesso absoluto, você também comemoraria se estivesse vivendo a base de lamparinas,lampiões e foqueiras (risos). Se não me engano em 1883 os paulistas tiveram o privilegio de ver essa tecnologia formidavel pela primeira vez.
   Hoje temos tecnologias mais economicas e que apresentam maior rendimento,mas 70% dos brasileiros ainda usam a tecnologia de Edison na velha lampada incandescente.
   Alguns dissem, "...mas ela é tão baratinha!..." mas infelizmente apresenta baixa eficiência,hoje temos lâmpadas de led, fluorescentes compactas e tal, que geram uma economia e uma eficiência de no minimo 50% em relação as incandescentes.

Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Edison

FERRO ELÉTRICO


• Deve ser ligado quando houver uma grande quantidade de roupa para passar.
• Evite ligá-lo nos horários em que muitos outros aparelhos estiverem ligados. Ele sobrecarrega a rede de energia elétrica.
• Não deixe o ferro elétrico ligado sem necessidade.
• Siga as instruções de temperatura para cada tipo de tecido.
• Regule a temperatura, no caso dos ferros automáticos. As roupas mais delicadas devem ser passadas primeiro. Ao final, você pode desligar o ferro e aproveitar seu calor para passar roupas leves.


GELADEIRA\FREEZER

• Ao comprar geladeira ou freezer, observe se o produto possui o Selo Procel de Economia de Energia. Considere também as instruções da etiqueta laranja, que indicam o consumo médio mensal.
• A instalação deve ser feita em local bem ventilado, evitando a proximidade com o fogão e com aquecedores ou áreas expostas ao sol. Deve haver um espaço mínimo de 20 cm dos lados, acima e no fundo, no caso de instalação entre armários e paredes.
• Não utilize a parte traseira do refrigerador para secar panos e roupas.
• Regule o termostato adequadamente em estações frias do ano. Consulte o manual do fabricante.
• As portas da geladeira ou do freezer não devem ficar abertas por tempo prolongado. O usuário deve organizar os alimentos de forma a perder menos tempo para encontrá-los.
• As prateleiras não devem ser forradas com plásticos ou vidros, pois isso dificulta a circulação interna do ar.
• Não desligue sua geladeira ou freezer à noite para ligá-los na manhã seguinte.
• Conserve as serpentinas limpas.
• Quando se ausentar de casa por tempo prolongado, esvazie a geladeira e o freezer e desligue-os da tomada.


TELEVISÃO

 • Não deixe o aparelho ligado se ninguém estiver assistindo. Caso a televisão tiver programação, use o timer quando quiser dormir com ela ligada.

CHUVEIRO ELÉTRICO

• Este é um dos aparelhos que mais consomem energia. O ideal é evitar o uso no horário de ponta, entre 17 e 22 horas.
• Deixe a chave na posição menos quente (verão). Dessa forma, você economiza cerca de 30% de energia.
• Feche a torneira para se ensaboar.
• Não tente aproveitar uma resistência queimada. Isso acarreta aumento no consumo de energia e é perigoso.
• Limite seu tempo debaixo da água quente.
• Utilize resistências originais, verificando a potência e a voltagem correta do aparelho.
• Jamais faça emendas ou adaptações. Esse procedimento aumenta o consumo de energia e causa sérios danos à instalação e ao chuveiro.


AR-CONDICIONADO

• Procure os modelos que tenham o selo Procel de Economia de Energia. Eles fazem uma boa diferença na conta de energia, principalmente no verão, quando o ar-condicionado chega a representar um terço do consumo de energia da casa.
• Dimensione adequadamente o aparelho para o tamanho do ambiente.
• Evite o calor do sol no ambiente, fechando cortinas e persianas. Não tape a saída de ar do aparelho.
• Quando instalar o aparelho exposto aos raios solares, instale uma proteção, sem bloquear as grades de ventilação.
• Desligue-o sempre que se ausentar por muito tempo do local onde o aparelho estiver instalado.
• Só ligue o ventilador quando estiver no ambiente.


LAVADORA/SECADORA

• Lave, de uma só vez, a quantidade máxima de roupa indicada pelo fabricante.
• Use a dose certa de sabão especificada no manual para evitar repetir operações de enxágüe.
• Mantenha o filtro sempre limpo.


APARELHO DE SOM

• Ouça sua música, mas, se deixar o local, desligue o aparelho.

BOILER
• Compre o aparelho que atenda melhor às suas necessidades.
• Dê preferência aos aquecedores equipados com controle de temperatura.
• Instale o aquecedor perto dos pontos de consumo e isole adequadamente as canalizações de água quente.
• Nunca ligue o aquecedor vazio à rede elétrica. Para verificar se está vazio ou não, abra as torneiras de água quente.


COMPUTADORES

• Mantenha acionado o Energy Stay, utilizando os recursos de economia de energia do monitor. Esse sistema desliga o monitor quando o computador não está sendo utilizado.
• Não deixe os acessórios do computador ligados sem necessidade.
 


ABRAÇO PESSOAL.

Instalações eletricas

  

 Devido a pedidos estou postando o link de uma apostila produzida pela CEMIG, ela é bem rica em dicas e termos técnicos, bem como cálculos e tabelas eletrícas.
Aproveitem bem o material, boa sorte.

APOSTILA CEMIG

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Electronics Workbench

Electronics Workbench

   Hoje vamos conhecer o Electronics Workbench, um cad para eletrônica muito utilizado entre os profissionais e hobbysistas de plantão. É um programa com uma interface bacana, fácil de utilizar e muito didático, nele podemos testar circuitos eletronicos antes de montar em pratica, observando e analisando cada detalhe.
   É interessante que o usuário tenha conhecimentos básicos de eletrônica para que ele pratique neste programa.
   A versão aqui indicada para download é uma versão das mais atualizadas, seus gráficos possuem uma maior definição das versões anteriores, sua biblioteca é que deixa a desejar um pouco, mas garanto um amplo suporte.
   Uma sugestão minha é que comecem utilizando pequenos  e simples projetos de circuitos eletrônicos para conhecer as aplicações do programa, depois com mais intimidade com ele vocês podem ir passando para projetos maiores e mais complexos.
   Espero que façam bom proveito do programa.
   Até a próxima.

Download

sexta-feira, 29 de julho de 2011

VOLTA AS AULAS

   Não poderia deixar de postar aqui um "VOLTA AS AULAS".


Inicio de semestre, alunos empolgados começando os cursos, outros dando continuidade e alguns retornando a escola na expectativa e na busca de mais conhecimentos. Tudo muito movimentado aqui no SENAI-Barbacena, todos muito receptivos, expectativas de novos projetos, mas temos que nos atentar a saúde, higiene e bem estar neste retorno. Alguns pontos tais como nos cuidar quanto ao peso de carga das mochilas e bolsas, que sempre há exageros, então algumas dicas para isso são:
  • Carregar somente o necessário. Observar o horário todo dia ao sair da escola, para saber qual material fará parte de sua mochila no dia seguinte.
  • Evitar transportar matérias estranhos as aulas. Revistas "polémicas", jogos eletrônicos ou não, aparelhos ou objetos diferentes as aulas. (Já que não é permitido o uso, então são cargas desnecessárias).
  • Procurar utilizar bolsas, mochilas ou sacolas adequadas, com regulagem de altura para adequar ao seu tamanho (procurar uma que se adapte melhor a você para que não atrapalhe sua postura), com tecidos leves e ventilados (onde toque o corpo para não atrapalhar a transpiração).
   Temos que ter em mente que estaremos dividindo espaço com muitos colegas, e que devemos fazer nossa parte evitando:
  • Jogar lixo no chão.
  • Vandalizar os espaços.(este expressamente proibido, rsss).
  • Desrespeitar os colegas e professores, assim como demais funcionários.
  • Quebrar regras do estabelecimento.
  • Transitar em espaços sem devida autorização.
  • Mexer, alterar, ou operar equipamentos sem autorização ou conhecimento.
   Alem do mais devemos ter bom senso quanto a higiene pessoal e coletiva para manter a saúde e o bem estar. Então fiquem atentos e se policiem, em caso de duvidas acessem sites de "saúde e segurança no trabalho", irão encontrar dicas e informações surpreendentes que servem para o convívio social. Aqui vão alguns links que podem ser úteis:
   Bom queria então desejar um grande e maravilhoso "VOLTA AS AULAS" a todos os alunos da nossa escola, e dizer também que nos sentimos lisonjeados com a presença de vocês e que estamos aqui para atender a todos muito bem.

Abraço a todos.
         CASTER LUZ.

INSTALAÇÕES ELETRÍCAS SEGURAS


MATERIAIS E SERVIÇOS

A contratação de um projeto elétrico contribui também na economia do cliente, que terá uma previsão mais exata de quantidade e custos, evitando desperdícios. Alem disso, a instalação elétrica deve passar por uma avaliação criteriosa, feita por um profissional qualificado e habilitado, com base em normas técnicas NBR-5410, da ABNT. É ele que da os parâmetros e as condições mínimas de qualidade e desempenho que as instalações de baixa tensão devem apresentar, garantindo, assim, seu correto e seguro funcionamento.
Uma instalação elétrica é composta por centenas de componentes e produtos que devem ser escolhidos e exigidos certificação do fabricante. A instalação devera ser feita dentro das normas previstas na NBR-5410, isso vai dar segurança para os profissionais e usuários consequentemente protegendo o património.
A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes.
O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.

CUIDADO COM ALGUNS MATERIAIS A DISPOSIÇÃO EM CERTOS FORNECEDORES
NÃO PAGUE PARA VER


Relato do Cláudio (dono do redes eletricas): Neste mês aconteceu um “problemão”. Na execução nas instalações de um cliente, devido a necessidade de ter uma extensão com capacidade para atender um equipamento, montamos uma com cabo PP 3 X 2,5 mm² com plug macho de 20 Amper e na outra extremidade uma tomada fêmea 25 Amper emborrachada, após a montagem ligamos na tomada existente e deixamos o lado da tomada emborrachada sobre um móvel sem ligar no equipamento e em dado momento o cliente pegou a tomada e levou um tremendo choque eu não acreditando achando que tudo seria uma brincadeira peguei  a tomada na mão, alem de sentir uma temperatura elevada (quente) também levei um choque. De imediato desligamos e desmontamos  a tomada verificamos que as terminações que por mim julgada segura por ter seu isolamento de borracha, na verdade não era, simplesmente a borracha protetora não fez o seu papel de isolante, acreditamos que a proteção simplesmente é borracha condutora. (material sem controle de qualidade) “reciclável”.
Com esse incidente acredito que alem desse acessório exista outros de péssima qualidade no mercado. É claro que mesmo com a reclamação com o fornecedor sempre existe uma desculpa por parte deles tipo. “pode deixar que eu vou encaminhar isso para o fabricante e ver o que esta acontecendo, nós sempre trabalhamos com esse produto e é a primeira vez que acontece isso e etc”, bem para não perder tempo e não procurar confusão achei melhor deixar prá la e informar aos colegas o fato.

Triste realidade



Dados de pesquisa revelam um perfil bem pessimista da realidade das instalações elétricas na capital paulista (tentei encontrar a mesma pesquisa em outros estados, inclusive em nossa Minas Gerais, mas não obtive sucesso, mas basta fazer uma analise com conhecidos e parentes que iremos perceber o fato). Conforme o amigo, engenheiro eletrico e tambem professor do SENAI BARBACENA Eduardo Paiva (Vulgo Dudu, Café e ai vai): "ninguem procura um engenheiro eletrico ou o crea antes de acontecer um problema". Aponto aqui alguns levantamentos que mais chamam a atenção:

Visão do usuário
  • 88,4% dos usuários consideram suas instalações elétricas “seguras” ou “aceitáveis”, enquanto apenas 56,9% dos técnicos que visitaram os locais as consideraram assim.
  • 34,5% dos usuários que consideraram suas instalações “inseguras” ou “muito inseguras” não estão dispostos a melhorá-las.
  • 31,4% dos usuários não estão satisfeitos com a quantidade de tomadas existentes nos lares. Por ser um número apreciável de insatisfeitos, talvez seja conveniente a normalização técnica e os regulamentos específicos estabelecerem novos padrões.
Mão-de-obra
  • 63,7% dos serviços de eletricidade nas residências são realizados por não-especialistas.
Residências com mais de 20 anos de idade
  • 50% não sofreram nenhum tipo de reforma nas instalações elétricas. Considerando-se o envelhecimento natural dos componentes da instalação (vida útil) e a provável inadequação de uma instalação tão antiga às necessidades modernas de alimentação de cargas, conclui-se que um número significativo de residências pode estar com suas instalações elétricas comprometidas.
  • 48,7% apresentam freqüentes desarmes de disjuntores ou queimas de fusíveis e 42% das atuações dos disjuntores ou fusíveis foram devido a sobrecargas no circuito.
Residências com mais de 10 anos de uso
  • São responsáveis por 100% do total de desligamentos que acontecem devido a curto-circuitos e 80% dos que ocorrem por razão de sobrecarga.
  • 75,1% dos choques elétricos ocorrem neste universo.
Violações à NBR 5410
  • 98,4% das residências não possuem o dispositivo DR instalado, que é um elemento obrigatório desde 1997 e fundamental para a proteção das pessoas contra os perigos resultantes dos choques elétricos.
  • 78,8% dos imóveis não separam os circuitos de iluminação dos circuitos de tomadas.
  • 52,8% dos locais usam quadros de distribuição com partes em material combustível, como madeira.
  • 39,9% das instalações não obedecem a correta identificação de cor do fio neutro.
  • 26,6% dos casos não identificam corretamente a cor do fio terra.
21,8% das residências utilizam dispositivos fusíveis em seus quadros de distribuição, sendo que 60% destes são do tipo “rolha” ou “cartucho”. Isso viola as prescrições da NBR 5410, que somente reconhece os fusíveis fabricados conforme a norma NBR 11840 como aqueles adequados para a utilização na proteção de circuitos elétricos. 





A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes. 
O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.

Imagem: Claudio – HPTEL

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Microsoft OFFICE 2010


Dificilmente encontramos uma pessoa que já tenha lidado com um computador e ainda não conheça o Microsoft Office, o famoso pacote de aplicativos para escritórios que nos permite editar textos, planilhas eletrônicas, apresentações e ainda gerenciar contatos e e-mails.
O Microsoft Office 2010 foi oficialmente lançado e traz as novas versões dos já conceituados aplicativos Word, PowerPoint, OneNote, Excel e Outlook. As ferramentas trazem principalmente novos recursos para conferir uma melhor aparência aos documentos criados e melhorar a produtividade do usuário. 

Novidades

Os aplicativos do Office ganharam a capacidade de aplicar facilmente efeitos visuais em imagens, estilizar vídeos em apresentações e capturar a tela do computador aplicando-a diretamente nos aplicativos do pacote. Com isso, evitamos recorrer a aplicativos de terceiros.


O famoso menu Ribbon, gerador de polêmica na transição entre as versões 2003 e 2007, se manteve praticamente inalterado e agora pode ser utilizado também no Microsoft Outlook. Com o visual mantido, evitou-se os contratempos que teríamos para reaprender a utilizar os aplicativos.

Prós

  • Mantido o visual da versão 2007, realizadas apenas alterações para melhorar a visualização de suas funcionalidades;
  • Seus aplicativos permitem aplicar efeitos às imagens sem recorrer a um editor específico;
  • Realiza a captura de telas a partir de suas ferramentas, incorporando automaticamente a imagem obtida ao conteúdo do documento;
  • As planilhas do Excel agora permitem incorporar minigráficos individuais para cada célula, ampliando as possibilidades de análise;
  • É capaz de salvar arquivos em servidores por meio da Internet, associando-os às contas do Windows Live;
  • Inicializa os aplicativos com velocidade superior às versões 2007.

Contras

  • Requer cadastro e inserção de números seriais até mesmo para iniciar o período de testes;
  • Não fornece atalhos práticos para carregar os documentos armazenados online na conta da Windows Live;
  • Os novos recursos, mesmo depois de aplicados aos documentos, não podem ser aproveitados nas versões anteriores do Office, exigindo a troca das ferramentas;
  • Não vem com opção nativa para aplicar as barras de ferramentas clás
sicas, dificultando a migração de usuários que ainda utilizam a versão 2003 ou anterior.
Veja video:


       

Migrar ou não?

Para o usuário doméstico, o grande motivo para uma possível migração seria a facilidade de criar conteúdos com uma aparência melhor ou aproveitar planilhas com o novo recurso de minigráficos do Excel. Essas qualidades beneficiam principalmente aqueles que compartilham seus documentos.

As empresas, principalmente quando possuem o ambiente de servidores do SharePoint, tendem a se beneficiar também dos recursos que facilitam o compartilhamento dos documentos e a interação de seus colaboradores. Somente é preciso ter em vista que parte do conteúdo não será visualizado por versões anteriores.

Conclusões

A versão 2010 do Microsoft Office trouxe avanços importantes para facilitar o dia a dia de seus utilizadores na hora de gerar conteúdo visual, como apresentações com vídeos e imagens. Mesmo com as novidades, o pacote não inovou tanto quanto sua versão anterior, atingindo portanto a nota 8.5.
Confira no índice do texto, localizado na parte superior da tela, matérias que relatam de forma detalhada as novidades do pacote e dicas de como realizar sua instalação e compra. Com base nestas informações e no teste, é possível verificar se as novidades realmente justificam a migração.
Roda em Windows XP, 2003, Vista, 2008, 7
Disponível nos idiomas:  Português Português  

Configuração Mínima

  • Processador Pentium III/Celeron/K6/Athlon com 500MHz e 256MB de memória RAM.
  • Espaço no HD 3GB de espaço no HD.
  • Vídeo Placa de vídeo com pelo menos 64MB compatível com Directx 9.0c (Shader Model 3.0 e GPGPU) Ex.: nVidia GeForce 6700 XL ou nVidia GeForce 6600 GT ou ATI Mobility Radeon X1450 ou ATI Mobility Radeon X1300. Resolução mínima de 1024x576.
  • Conexão e Rede Conexão com Internet Requer para ativação online do produto..
  • Softwares Internet Explorer Em português Bronze No ranking semanal 6 ou superior, Windows XP Service Pack 3 (SP3) Em português Ouro No ranking semanal e Windows Vista Service Pack 1 (SP1) Em português Ouro instalados em sua máquina.
Baixar apostilas:

Word: http://www.4shared.com/document/5C_I6hBZ/word2010.html

Exel: http://www.4shared.com/document/7CJtyq36/excel2010.html

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/download/118/microsoft-office-professional-plus-2010/#ixzz1TN1vJ8NE